A tecnologia não é neutra: ela amplifica intenções. Criar e implementar tecnologia carrega uma responsabilidade inerente. Pensar em tecnologia sustentável vai além da eficiência ou do uso de energia; envolve construir sistemas que respeitem as pessoas, os dados e o planeta.
Em um mundo movido pela velocidade e pela automação, a filosofia serve como bússola: um convite para pausar, refletir e criar com intenção. Este caderno reúne anotações, ensaios e reflexões sobre os encontros entre tecnologia, arte, ancestralidade, ética e modos de existir no presente.

A inteligência artificial aparece aqui como ferramenta, não como substituição automática da autoria. Ela é usada de maneira crítica e situada em diferentes etapas do processo: às vezes como apoio para composição, revisão, organização de ideias ou ajustes de gramática; outras vezes de forma mínima, quase invisível. Em alguns casos específicos, especialmente em revisões bibliográficas, um texto pode ser produzido integralmente com apoio de IA, sempre a partir de leituras, curadoria, orientação e decisão humana. O grau de participação da IA varia conforme cada texto, sua intenção e seu contexto. Por isso, todos os textos trazem em nota de rodapé uma indicação do método utilizado em sua elaboração. A autoria permanece como gesto humano de escolha, interpretação, responsabilidade e sentido.

